domingo, 11 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
3 de setembro
É já este sábado, dia 3, que voltamos a iniciar os ateliers de pintura e desenho.
Depois de darmos férias aos pincéis e tintas, voltamos das 10h00 às 12h00 ao encontro da criatividade e imaginação, com algumas novidades e inspirações.
Encontram-se abertas as inscrições!!
A Arte ao serviço das nossas paixões e emoções!!
Escola de artes aberta a todos
Porque a Arte é de todos e para todos!
Hasta
LA
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Sugestão de leitura...
O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde
Romance fascinante sobre a imortalidade, a perfeição, a juventude eterna e outras impossibilidades
Publicado em 1890 – com uma segunda edição do ano seguinte, a que o escritor acrescentou seis novos capítulos e um prefácio –, “O Retrato de Dorian Gray” chocou a hipócrita sociedade vitoriana que viu nele um espelho dos seus defeitos, alheio àquelas que considerava serem as suas virtudes. A crítica apressou-se a envolver o romance num escândalo que passou de literário a social quando a relação de Wilde com o Lord Alfred Douglas se tornou pública (em 1891). No prefácio à segunda edição, Wilde distancia-se da polémica (“Não existem livros morais ou imorais. Os livros são mal ou bem escritos. É tudo”) e desencoraja os que procuravam encontrar no seu ciclo de amizades as figuras inspiradoras das suas personagens: “O que a arte espelha realmente é o espectador e não a vida.”
Obcecado pela beleza dionisíaca do jovem Dorian Gray, que conhece numa festa da alta-sociedade londrina em casa de Lady Agatha, Basil Hallward faz dele seu modelo. Nas várias sessões em que Dorian pousa para Basil desenvolve-se entre os dois uma amizade que coloca o artista numa posição de extrema fragilidade. Basil está fascinado pelo perturbador Dorian que, por sua vez, se deixa envolver pelo olhar cínico e irónico de Lord Henry Wotton, o mesmo que define a beleza como uma forma de génio. Confrontado com a beleza do seu retrato e a impossibilidade de a manter para sempre, Dorian promete a sua alma em troca da juventude eterna. Ao longo do romance, o quadro passa de retrato a duplo de Dorian, já que nele se inscrevem todas as marcas que o tempo e o comportamento deviam deixar no homem – é o retrato que envelhece, enquanto Dorian conserva os traços perfeitos que Basil inicialmente fixou.
Romance gótico ou comédia de costumes, “O Retrato de Dorian Gray” é uma obra em que Oscar Wilde confronta o leitor com a perfeição impossível, as convenções dispensáveis ou a mortalidade inevitável. Sempre com um tom provocador. “Toda a arte é inútil.”
Hasta,
LA
Publicado em 1890 – com uma segunda edição do ano seguinte, a que o escritor acrescentou seis novos capítulos e um prefácio –, “O Retrato de Dorian Gray” chocou a hipócrita sociedade vitoriana que viu nele um espelho dos seus defeitos, alheio àquelas que considerava serem as suas virtudes. A crítica apressou-se a envolver o romance num escândalo que passou de literário a social quando a relação de Wilde com o Lord Alfred Douglas se tornou pública (em 1891). No prefácio à segunda edição, Wilde distancia-se da polémica (“Não existem livros morais ou imorais. Os livros são mal ou bem escritos. É tudo”) e desencoraja os que procuravam encontrar no seu ciclo de amizades as figuras inspiradoras das suas personagens: “O que a arte espelha realmente é o espectador e não a vida.”
Obcecado pela beleza dionisíaca do jovem Dorian Gray, que conhece numa festa da alta-sociedade londrina em casa de Lady Agatha, Basil Hallward faz dele seu modelo. Nas várias sessões em que Dorian pousa para Basil desenvolve-se entre os dois uma amizade que coloca o artista numa posição de extrema fragilidade. Basil está fascinado pelo perturbador Dorian que, por sua vez, se deixa envolver pelo olhar cínico e irónico de Lord Henry Wotton, o mesmo que define a beleza como uma forma de génio. Confrontado com a beleza do seu retrato e a impossibilidade de a manter para sempre, Dorian promete a sua alma em troca da juventude eterna. Ao longo do romance, o quadro passa de retrato a duplo de Dorian, já que nele se inscrevem todas as marcas que o tempo e o comportamento deviam deixar no homem – é o retrato que envelhece, enquanto Dorian conserva os traços perfeitos que Basil inicialmente fixou.
Romance gótico ou comédia de costumes, “O Retrato de Dorian Gray” é uma obra em que Oscar Wilde confronta o leitor com a perfeição impossível, as convenções dispensáveis ou a mortalidade inevitável. Sempre com um tom provocador. “Toda a arte é inútil.”
Hasta,
LA
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Inscrições abertas
Inscrições ABERTAS
Conheça o programa, as diferentes modalidades e as ofertas!!
962 720 598
965 667 935
terça-feira, 14 de junho de 2011
Data limite de inscrições
2ª quinzena de Julho até dia 13 de Julho
1ª quinzena de Agosto até dia 27 de Julho
1ª quinzena de Agosto até dia 27 de Julho
2ª quinzena de Agosto até dia 10 de Agosto

Programa completo e condições!
Inscreve-te já!
amarte.geral@gmail.com ou 965 667 935
Julho e Agosto
Limite de 15 inscrições
Inscreve-te já, através de:
amarte.geral@gmail.com
910 666 484 / 965 667 935
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